Laboratório de informática itinerante forma alunos em informática básica no território quilombola
A proposta do projeto itinerante atende alunos de diferentes idades, promovendo o acesso à educação digital e fortalecendo políticas públicas voltadas à inclusão na região
Quase 40 alunos do território quilombola de Santa Tereza do Matupiri, Boa Fé e Ituquara celebraram nesta segunda-feira (27) a conclusão do curso de informática básica por meio do projeto Laboratório de Informática Itinerante. A iniciativa é da Prefeitura de Barreirinha, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Semed), que coordena o Centro Municipal de Inclusão Digital Ariramba (CMID).

A ação conta também com a parceria do Instituto Descarte Correto e do Ministério das Comunicações, por meio do Programa Computadores para Inclusão, que viabilizou a doação de notebooks utilizados nas aulas. A proposta do projeto itinerante atende alunos de diferentes idades, promovendo o acesso à educação digital e fortalecendo políticas públicas voltadas à inclusão na região.

Durante a cerimônia, o secretário da Semed, Kemeson Souza, destacou a importância do projeto e a satisfação em ver a iniciativa se concretizando. “É uma satisfação muito grande estar aqui no território quilombola de Santa Tereza do Matupiri, realizando a formatura da primeira turma de informática básica. Esse projeto é uma extensão do nosso Centro Municipal de Inclusão Digital e nasceu com o objetivo de levar oportunidades para as comunidades mais distantes”, afirmou.

De acordo com o coordenador do CMID, Willison Butel, a próxima etapa será realizada na comunidade de São Paulo do Açu, dando continuidade à expansão da iniciativa. “Esse projeto não vai parar por aqui. Ele vai continuar circulando entre as comunidades quilombolas, levando inclusão digital e mais oportunidades para o nosso povo”, destacou.

A aluna Talyssa Karoline ressaltou o impacto do curso em sua trajetória. “Foi ótimo, a gente evoluiu muito na aprendizagem. É uma oportunidade que nunca tivemos. Foi muito bom aprender coisas que sempre esperávamos. As aulas foram muito boas, aprendemos coisas que nem imaginávamos e vimos que é possível crescer na tecnologia”, relatou.
Por: DECOM/PMB
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